O ejaculador de histórias

29 05 2009

Por Gustavo Queiroz e Rodrigo Teixeira

 

Um mergulho nas profundezas do escárnio. Encare Marcatti, ícone corrosivo dos quadrinhos underground

 

macartti5_frauzioQuarta-feira, a expectativa era grande. Afinal, iríamos entrevistar um dos quadrinhistas mais famosos do Brasil – talvez, o mais conhecido quando se trata de escatologia. Já de frente ao portão de seu esconderijo /residência/escritório/atelier,  próximo ao metrô Carrão, tocamos a campainha e pouco mais de um minuto depois uma mulher nos recebeu. Fomos então escoltados para a sala de estar da simpática casa geminada. No caminho, esculturas e esqueletos de skate encostados ao pé da porta de vidro com moldura verde.

Fomos acomodados num sofá verde de três lugares, de frente para o móvel mais disputado da casa, abrigo da televisão e da coleção de videogames, uma centena de jogos e filmes. Perguntamos o nome da nossa anfitriã. A resposta: “Tatá, é meu apelido”. Tatá é a fiel escudeira e esposa de Francisco de Assis Marcatti Júnior desde os primórdios.

Sentados, esperamos enquanto Tatá foi buscar o homem. Enquanto isso, olhamos em volta, reparando e dissecando cada detalhe da sala que se revelou pouco convencional. Atrás de nós, uma enorme estante branca, atolada de livros e revistas de histórias em quadrinhos (que serão chamadas daqui em diante somente de HQ). Para nossa surpresa (e nojo), no meio da estante repousava em lugar de destaque um frasco de plástico parecido com aqueles de palmito e recheado com alguma coisa muito, muito nojenta.

macartti9_guitarrasO resto da sala estava invadido por guitarras personalizadas pelo próprio quadrinhista, além de pilhas e pilhas de discos de vinis. Quando batemos os olhos numa parede azulejada, vimos o reflexo turvo de um homem parado sobre a soleira da porta do cômodo ao lado, que mais tarde descobrimos ser a cozinha.

Eis que Marcatti entra. Um sujeito de 45 anos, pai de família e calvo, que vestia uma camisa azul abotoada até o meio do peito, uma calça jeans marrom esverdeada e nos pés, apenas meias brancas de algodão. Mal nos apresentamos, o telefone tocou. Três aparelhos sobre uma bancada o atrapalharam. “Cacete, isso aqui não pára.”

marcatti1Iniciamos uma conversa num tom informal, na qual abordamos suas experiências como ilustrador de discos do Ratos de Porão (RDP). “Mas discos de vinil!”, avisou. A partir daí, o quadrinhista dissertou sobre a confecção dos discos de vinil, inclusive com conhecimento dos elementos químicos que compõem o bolachão. Marcatti revelou que João Gordo (esgoelador do RDP e menino dos olhos da MTV) o procurou para desenvolver mais uma arte para encartar uma tiragem limitada de sobras de estúdio da banda, sendo que serão prensados 500 CDs e 500 vinis (todos já com venda garantida no mercado Europeu).

Aproveitamos a descontração e empolgação do entrevistado para cavoucar suas origens. Afinal, como pode uma mente ser tão fértil? “Desde moleque eu sonhava em desenvolver minhas próprias histórias em quadrinhos, desenho desde os cinco anos de idade”, relembrou ele, que sempre fora estimulado pela sua mãe. “Aqui no Brasil há um grande equívoco. Acham que todo quadrinhista é desenhista, o que não é verdade. O Stan Lee (criador dos super-heróis da Marvel, como o Homem-Aranha, Hulk, Quarteto Fantástico) não desenha porra nenhuma”, resmungou. Segundo ele, está errado quem pensa que o roteiro é desenvolvido a partir do desenho. Na verdade, é ao contrário.

Marcatti confessou que começou no mundo dos quadrinhos subvertendo a arte infantil de Maurício de Souza. “Eu desenhava a Turma da Mônica fazendo sacanagem, brincando com o Cebolinha.” No começo, ele precisava aprender a desenhar e nunca se preocupou com seu estilo. “O próprio Will Eisner disse que a maior cagada é ter estilo. Você acaba se castrando, sabe? Por isso comecei com a Turma da Mônica, a gente precisa começar do básico. As professoras de primeira a quarta série escrevem todas do mesmo jeito, com letra redondinha. A gente aprende copiando a letra delas. Mas você vê, nossa caligrafia fica singular quando envelhecemos, é natural. Ninguém se preocupa em ter uma letra só sua, vem com o tempo. É a mesma coisa com o estilo: ele aparece. Se forçar a ter um estilo é se castrar”. E nós perguntamos: “Por que aí o público não vai aceitar uma coisa diferente, né?”. Marcatti sorriu de canto de boca enquanto rebateu: “Não, porque você não vai saber fazer uma coisa diferente”.

Sementes da Loucura

Logo em seguida, Marcatti se apressou em exaltar a influência das histórias dos Freak Brothers, criadas por Gilbert Shelton. Mas o reinado de Gilbert não durou muito, pois ele logo chegou às raízes do quadrinhista. Marcatti então se levantou e foi até a estante atrás de nós, de onde tirou uma revista com uma história de Basil Wolverton, o cara que inspirou Gilbert. “Quando eu peguei as histórias e os desenhos do Basil, vi que ele era melhor ainda que o Shelton. Fiquei louco. Eu também adoro literatura, comecei lendo Érico Veríssimo por obrigação no colégio e hoje eu sou doente pelo que ele escreveu. Devoro por prazer”.

Neste momento, um dos filhos de Marcatti resolve aparecer. “Vocês querem comer alguma coisa?”, perguntou Daniel, mestre em artes marciais, que vestia com orgulho uma camiseta branca com uma caricatura feita a caneca do cantor americano Marilyn Manson. Aproveitando a dispersão, notamos um busto no alto da estante atrás dele e perguntamos quem seria a distinta figura de nariz vermelho. “É o amigo da onça, um personagem de uma tirinha da antiga revista O Cruzeiro, que sempre aprontava das suas, por isso se tornou expressão. Aliás, mesmo com todo o sucesso da tira, já que o povo comprava a revista pra ver o amigo da onça, o criador dela, Péricles Maranhão, se trancou em casa e ligou o gás, ficando lá até morrer. Num último ato de ironia, deixou um bilhete na porta escrito ‘cuidado ao acender um fósforo’”. Caímos numa mórbida gargalhada.

macartti4_reliquiaLembra do pote recheado com alguma coisa nojenta lá do começo da entrevista? Marcatti então se levantou e apanhou o objeto de nossa inquietude. “Isso aqui? Cara, eu comprei isso tem uns quatro anos, é um feto de ET. Na época, vendiam esse, um de dinossauro, um de monstro e outro, e mandava colocar umas gotinhas de café dentro para dar “aquele” toque. Eu joguei duas colheres e enfiei no armário. Faz tempo, já está até decompondo, soltando a casquinha, ta vendo?”, disse, enquanto entregava o pote asqueroso a um dos curiosos repórteres.

O entrevistado voltou, então, ao seu lugar. Lembramos de uma resenha na revista Época elogiando bastante sua versão em quadrinhos do livro A Relíquia do Eça de Queiroz. Marcatti contou sobre a inspiração para transcrever uma obra literária em uma obra de HQ. Disse ter se baseado em Hunt Emerson, que escreveu a deliciosa HQ chamada A Última Noite de Casanova inspirada na história careta do conquistador fictício. Marcatti aceitou o desafio da editora Conrad de transformar o clássico A Relíquia em quadrinhos. “Eu queria fazer igual o Hunt Emerson, encher de sacanagem. Mas quando li o livro achei muito bom. E decidi então fazer uma adaptação mais séria. Acho que ninguém esperava isso de mim”.

Se o quadrinhista se conteve na adaptação, ele pegou pesado com seu personagem principal, o Frauzio. “Eu queria levar uma revista minha às bancas, mas para fazer isso eu precisava de algo que estivesse sempre lá, para motivar o leitor a comprar. Criei, então, um sujeito coringa, o Frauzio, que eu podia adaptar qualquer história em cima que ficaria bom. Não acreditava nessa história de personagem ter vida própria, mas na terceira edição em que o Frauzio apareceu, já tinha toda uma personalidade, saiu do meu controle”.macartti3_frauzio

Em uníssono, questionamos o artista sobre o seu processo de criação. Recebemos a seguinte explicação, enquanto ele penava para encontrar um isqueiro perdido no universo de sua sala. “Meus primeiros quadrinhos eram sérios, influenciados pelo cinema europeu, como Bergman. Eram histórias intimistas. Mas depois de certo tempo eu passei a detestar tudo isso. Eu ia vender minhas HQs nos cine-clubes, aí acabei assistindo todos os filmes do Bergman, adorava. Hoje em dia eu não suporto. Se vejo cinco minutos, acaba com o meu dia. Não sei como eu gostava daquilo”. E continuou: “Ai me lembrei do que o Will Eisner disse sobre o estilo, que nós temos que nos desprender enquanto desenhamos, tem que ser uma coisa prazerosa. O trabalho de criação precisa ser descompromissado, com qualquer coisa, ainda hoje eu não repito meus desenhos.”

Certa vez, ele tentou fazer uma história sobre o nada, e a coisa descambou. Caiu na baixaria, na escatologia – isso em meados dos anos 80. “De tanto que me desprendi, de desenvolver histórias a partir do nada, comecei a achar que meus quadrinhos andavam vazios. Eu tinha medo da falta de inspiração. Já faz um tempo que descobri que eu não sou um artista, não tenho essa coisa de inspiração. Sou um produtor de quadrinhos. Eu pego um assunto e desenvolvo. No meu roteiro, estipulo quantos dias vou gastar e quando vou fazer isso. Se pego o calendário e vejo que é dia de desenhar, não importa se estou doente ou não: eu vou lá e desenho”. Para ele, desenvolver uma história é tirar uma idéia da gaveta. É daí que vem sua inspiração, por mais que o termo não seja correto. “Eu pego minhas idéias do cotidiano, às vezes vejo um casal brigando no trem e arquivo na minha memória. Aí, quando estou escrevendo, lembro da tal briga. E por mais que ela possa ter sido desinteressante, imagino quem será que era o cara, por que eles estavam brigando… As coisas podem ser desinteressantes, mas elas vão se soltando sozinhas”.

 

Luz, Câmera… Sacanagem!

macartti6_fabulasMarcatti admira muito o processo de trabalho do cineasta Alfred Hitchcock. Para ele, a única diferença entre os dois é que para fazer quadrinhos não é preciso usar latas de filme. O resto é tudo igual, da criação ao desenvolvimento. O quadrinhista coleciona os DVDs de Alfred e diz preferir as entrevistas e making of embutidos nos extras do filme.

Daí Marcatti revelou outro traço marcante de sua personalidade: a avidez pela sétima arte. E olha que ele fala com alguma propriedade sobre o assunto. O criador produz suas histórias como num filme americano dos anos 1940. Porém, o cinéfilo é contundente ao afirmar que hoje não acompanha a produção cinematográfica ianque. No entanto, valorizou muito a capacidade que esses filmes têm de entreter de tal maneira, que o público chega a se sentir dentro do filme. “Na minha época, o cinema brasileiro era voyeur, o europeu também. Você acompanha o filme como de uma janela. Já a fotografia do cinema americano, muitas vezes, faz parte da narrativa da história e interage com seu público de tal forma que a história fica impregnada em sua cabeça”, analisou Marcatti. O autor diz não gostar dos filmes americanos. Segundo ele, se parecem muito com as HQs dos super-heróis: “Não significam nada para mim”, disparou. Hoje em dia, o quadrinhista é fã do cinema europeu. Um dos cineastas mais prestigiados por Marcatti é o alemão Werner Herzog.

Pausa na entrevista. Outro filho de Marcatti, Fernando, comunicou o pai que andaria de skate e voltaria por volta das 18h. Pouco depois, um cachorro entrou, seguido por uma gatinha. Mesmo antes de fazermos amizade com a gata, ela nos escolheu como seus novos amigos: pulou no colo de um dos repórteres e não quis sair de jeito nenhum, até desfiou a calça jeans dele.

macartti10_pregaOs animais ficaram pela sala: o beagle nos pés de um jornalista, a gata ainda tentando voltar ao colo do outro. Lembramos das guitarras penduradas e expostas na sala de estar. “Eu tocava guitarra em uma banda de blues, é o meu estilo preferido. De rock só as capas do Ratos de Porão”. Então tá. Além de músico, Marcatti é luthier, um profissional que constrói instrumentos musicais. Uma das guitarras penduradas tem no corpo um dos desenhos característicos do guitarrista. Detalhe, essa guitarra está à venda no site do artista, pela bagatela de 2.800 reais.

Nesse momento, outro filho de Marcatti (o de número 3) interrompe a entrevista ao entrar pela porta da cozinha e ir para o quarto. No caminho, deu oi e subiu a escada. Aproveitando a interrupção, pedimos para conhecer o local onde os instrumentos são feitos. Marcatti nos conduziu pela cozinha impecavelmente arrumada até o quintal, local de acesso ao sobrado dos fundos. No caminho, outro gato dormindo dentro de uma caixa, a Jurema, que despertou num bocejo e dormiu num piscar de olhos.

 

Masmorra e suas ferramentas de trabalho

marcatti2Chegamos, então, à oficina do polivalente Marcatti. Dentro dela, além de diversas partes desmembradas de guitarra e instrumentos de marcenaria semelhantes aos usados por torturadores medievais, repousava a carcaça de uma antiga moto Vespa. O veículo está em reforma para um dos sobrinhos do artista, que fez questão de personalizar a carenagem com algumas pérolas escatológicas, sendo as pinups (aquelas mulheres gostosas que os pilotos americanos pintavam nas latarias dos aviões na Segunda Guerra Mundial ou aquelas loiras peitudas dos anos 50).

Marcatti nos levou ao andar de cima do seu antro de criação. Quando ia abrir a porta para desvendar os mistérios do desenvolvimento das histórias envolvendo excrementos, felação, palavras vulgares e pensamentos chulos, a campainha tocou. Droga! Ele desceu as escadas correndo e nos deixou ali, com outro gato – dessa vez branco e preguiçoso. Ficamos ali, sozinhos, tentando articular uma maneira de fazer Marcatti se abrir sobre suas influências e experiências musicais. Assim que o esquivo regressou da sua incursão ao portão, perguntamos se nunca tinha mandado um som com o João Gordo. “Não, mas já toquei com o Ed Motta”. Ele abriu a porta do estúdio e sentou na cadeira central, se posicionando ao lado da mesa, na qual já havia um espaço limpo em meio ao caos que reinava de coisas espalhadas.

macartti7Três pilhas com toda a sua historiografia, envolvidas em embalagens plásticas, estavam separadas justamente para nos introduzir à sua obra. Afinal, fomos para a entrevista conhecendo a atmosfera do entrevistado, mas não seus feitos. Aos 15 anos, Marcatti perdeu a virgindade dos quadrinhos: publicou Papagaio, uma coletânea com outros colegas estudantes. Emancipou-se aos 18 anos: Com a grana recebida de um espólio, adquiriu uma antiga impressora Rex Rotary 1501 e passou a imprimir em casa suas criações. A verba era tão curta que teve que aprender metalurgia para consertar peças quebradas e precisar comprar as substitutas importadas. Ele também aprendeu química para cuidar sozinho da revelação e fixação das chapas de impressão (foi assim que ele aprendeu tanto sobre vinis!).

 

Desabafo

Marcatti revelou que uma de suas grandes frustrações é o ceifamento de algumas de suas melhores histórias pelo amadorismo do mercado editorial. Mas ele frisou bem que isso é um comportamento muito comum das editoras, porém ainda restam empresas sérias.  “O mercado editorial brasileiro é criminoso”, denunciou. “Nenhuma publicação que chega às bancas de jornal consegue esgotar todo o estoque. Um veículo que vende 40% de sua tiragem em banca pode ser considerado um sucesso. Os demais 60% vão para o forno”, explicou, reclamando sobre o lamentável desperdício de papel e tinta. Segundo Marcatti, tem editora que lança um produto fadado ao fracasso apenas para poder comercializar a publicação por peso, como se fosse apara. Essa é a melhor maneira de vender a “sobra” sem recolher os devidos impostos. “Isso é caixa dois”, denunciou. “Manter um produto encalhado no estoque é doentio.” Segundo o autor, as bancas de jornal não detêm o menor controle sobre a venda de seus produtos – salvo raríssimas exceções, como as bancas informatizadas, que representam 6% do total paulistano. Os caminhos para as novas publicações são muito árduos, é preciso bancar em média, as primeiras quatro ou seis edições até que a publicação comece a ter algum esboço de lucro. Outro problema grave desse mercado é o monopólio da logística de distribuição. Até pouco tempo, havia duas grandes distribuidoras, a Dinap, da Abril, e a Fernando Chinaglia. Mas recentemente, a Chinaglia foi adquirida pela Dinap que passou a distribuir inclusive as revistas das suas principais concorrentes. “Todas as editoras estão na mão da Abril”, suspirou. Contextualizando esse cenário, Marcatti sentencia: “Vão morrer 300 editoras até 2010”.

macartti8_reliquiaDepois de praticamente cinco horas de bate-papo, tivemos de encerrar a entrevista, pois já tínhamos tomado muito tempo do entrevistado. No caminho até a porta da saída, passamos pela cozinha e lá encontramos sua quarta filha. Para conferir o calibre do dito cujo, compramos ali mesmo, direto com o homem, um exemplar de “A Relíquia” e outro de “Mariposa”, seu primeiro livro em quadrinhos. Com a porta já aberta e os animais se enroscando nos nossos pés, uma surpresa: Marcatti tomou os livros de volta e personalizou um autógrafo com uma ilustração. Que honra!





Superbonita desvenda o megahair

25 05 2009
 
 
No programa que vai ao ar na próxima sexta-feira, 29 de maio, o Superbonita terá como tema o cabelo falso, mostrando os principais cuidados para quem tem alguma extensão de cabelo: os famosos apliques e megahairs.
 
A convidada de Taís Araújo é a atriz Mônica Martelli que conta que colocou megahair porque achava seus cabelos muito finos e admite que não consegue viver sem e revela seus cuidados especiais para mantê-lo sempre bonito. “Passo um creme na raiz do cabelo para não embolar. Também tenho que usar uma escova especial para não agarrar os fios. Eu me adapto a tudo para ter esse cabelão”.




Presidente venezuelano visita o Brasil

25 05 2009
 

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informa que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, estará em Salvador em 26 de maio para uma reunião com o presidente Lula cumprindo o mecanismo de encontros presidenciais trimestrais.

Na pauta de trabalhos, os governantes deverão examinar o andamento da agenda bilateral, com ênfase na cooperação na área industrial, agrícola, habitacional e de prestação de serviços bancários à população de baixa renda; a evolução do comércio bilateral, as iniciativas na área de energia e os projetos destinados a impulsionar a integração e o desenvolvimento fronteiriços.

Os dois Chefes de Estado tratarão também de temas como Unasul, Mercosul – e ações voltadas a reduzir os efeitos da crise financeira internacional.

No ano passado, o comércio entre o Brasil e a Venezuela atingiu US$ 5,6 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 5,1 bilhões.





Banda Cachorro Grande toca em Santo André

25 05 2009
 
 

Completando 10 anos de carreira, o Cachorro Grande fará apresentação única em Santo André, no Catedral, no próximo sábado, dia 30 de maio, às 22 horas.

Beto Bruno, Marcelo Gross, Gabriel Boizinho, Pedro e Rodolfo prometem agitar o público colocando no repertório os sucessos da carreira e ainda algumas novidades que vão fazer parte do próximo CD que deve ser lançado em junho, intitulado Cinema.
 
O grupo gaúcho vai relembrar músicas como Sinceramente, Desentoa, Dia Perfeito e Lunática.
 
No show também terá a boa energia vinda da turnê com o Oasis. O Cachorro Grande dividiu o mesmo palco que a banda britânica nos quatro shows do grupo no Brasil.
 
O convite partiu do próprio Oasis, após ouvir o som da banda gaúcha. “Sempre curtimos muito o som deles, é uma felicidade imensa tocar com o Oasis, ainda mais sabendo que eles ouviram nosso trabalho e fizeram o convite, eu nem acreditei quando me disseram”, comenta Beto Bruno, vocalista.
 
Serviço
Cachorro Grande
30 de maio, às 22 h
Catedral – Rua Padre Manoel de Paiva, 56 – B. Jardim – Santo André – SP
Ingressos antecipados: R$ 20,00 (Ponto de venda: Metal CDs – Rua Dona Elisa Fláquer, 184 – Centro – Santo André – Telefone: [11] 4994-7565)
Informações: [11] 8216-5461 e 7461-5052




EMTU recebe doações para Campanha do Agasalho

25 05 2009
 
 

Entre 26 de maio e a segunda quinzena de julho, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos EMTU/ SP estará com 10 pontos de coleta na Região Metropolitana da Baixada Santista para a Campanha do Agasalho 2009.

Podem ser doados roupas, sapatos e cobertores e entregues nas garagens das empresas operadoras das linhas intermunicipais e nos Terminais Municipais de Guarujá e Praia Grande.
 
A campanha é iniciativa do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo, tendo como parceiros todas as Secretarias de Estado, empresas e sociedade civil.
 
Postos de arrecadação da EMTU/ SP:
 
EMTU/ SP
Av. Presidente Kennedy, 11.080 – Vila Mirim – Praia Grande
Viação Piracicabana
Rua Francisco Emílio de Sá Junior, 395 – Jockey Club – São Vicente
Intersul
Rua Veonor Paiva Magalhães, s/ n.º – Bom Retiro – Santos

Translitoral
Alameda das Violetas, 700 – Jardim Primavera – Guarujá

Breda
Rua Firmino Pereira dos Santos, 200 – Jardim Veneza – Peruíbe

Viação Bertioga
Rodovia Manoel Hipólito do Rego, Km 220,8 – Vista Linda – Bertioga

Terminal Tude Bastos
Av. dos Trabalhadores, s/ n.º – Tude Bastos – Praia Grande

Terminal Tatico
Rua Válter José Alves, 200 – Vila Mirim – Praia Grande

Terminal Guarujá
Terminal José Joaquim Sobral – Praça das Nações Unidas, s/ n.º – Vila Lígia – Guarujá

Terminal Santos
Praça dos Andradas, 45 – Centro – Santos – SP





Sociedade de Cardiologia promove palestra sobre síndrome coronariana

22 05 2009

Por Mercedes Cumaru (mercedes@webjornal.com.br)

 

Em 28 de maio, a Regional ABCDM da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) realiza a palestra sobre síndrome coronariana aguda.

Como informa o presidente da regional, dr. José Luiz Aziz, o evento tem como objetivo fazer uma atualização sobre essa doença cardíaca que, depois da hipertensão arterial, é a mais comum na população brasileira.

A palestra descreverá a forma de apresentação da doença (diagnóstico) e as melhores condutas terapêuticas – farmacológica, percutânea (por catéter), entre outras, além de indicações cirúrgicas.

Na avaliação do dr. Aziz, há uma dificuldade dos médicos em relação à detecção da síndrome: “Os sintomas são semelhantes aos de outras doenças mais leves e às vezes o médico faz um eletrocardiograma e um exame de sangue que não mostram nenhum problema. Mas, na verdade, 85% do diagnóstico é clínico, depende do conhecimento do histórico de doenças do paciente e não só dos exames”.

O desdobramento disso pode ser até a ocorrência de um infarto no paciente que havia sido liberado pelo médico. “O eletro ajuda, mas tendo um resultado normal, não quer dizer que a pessoa não tenha nada. Esse é um grande problema hoje dos pronto-socorros”, reforça o dr. Aziz.

Para orientar os profissionais, foi convidado o dr. Leopoldo Piegas, professor livre-docente de cardiologia da USP e ex-presidente da Socesp.

O especialista explica que a síndrome coronariana aguda é um quadro clínico caracterizado por dor precordial (região do peito, sobre o coração) súbita, intensa, frequentemente associada a um grande mal estar, transpiração excessiva e náuseas.

Serviço
28 de maio, às 19h30
Hotel Mercure – Av. Industrial, 885 – Jardins – Santo André – SP
Grátis
Informações: [11] 4992-1787





Mawaca faz show especial para público infantil

21 05 2009
 

Depois de conquistar adultos com sua diversidade sonora, o grupo Mawaca preparou uma apresentação especial para as crianças. De todos os cantos do mundo será mostrado no domingo, 24 de maio, às 11 horas, no Museu da Casa Brasileira.

 

Para esse show foram selecionadas canções do Mawaca que se transformaram em tema do livro com título homônimo dessa performance, editado pela Companhia das Letras, com textos de Heloisa Prieto e Magda Pucci sobre as histórias das músicas. musica_mawaca

 

“De todos os cantos do mundo é um convite para abrir a cabeça, o coração e os ouvidos a sons vindos dos mais variados países do mundo”, avisam.  

 

No repertório constam as seguintes músicas com suas respectivas histórias: Zemer Atik (dança hebraica); The Star of Slane (balada de rua irlandesa); Hotaru Koi (canção infantil japonesa); Koi txangaré (canto de guerra dos índios Suruí); Allunde, Alluyá (oração ao Sol africana); Frère Jacques (cantiga de acordar); Bre Petrunko – horo (dança búlgara); Eh Boi! (coco-de-zambê brasileiro, norte); Arenita Azul (huapango deo México, Oaxaca); Çarandilhera (cantiga de Portugal, Miranda D´Ouro); D´oú viens-tu Bèrgere (cantiga de Natal francesa); e Murucututu (cantiga de ninar brasileira).

 

Esse show faz parte do projeto Música no Museu com música de qualidade em um cenário diferente: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

 

Serviço

De todos os contos do mundo – Mawaca para crianças

24 de maio, às 11h

Museu da Casa Brasileira – Av. Brig. Faria Lima, 2705 – São Paulo – SP

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Grátis

Estacionamento: R$ 10,00

Informações: [11] 3032-3727





Secretaria da Saúde de São Paulo divulga nota sobre gripe suína

21 05 2009

Em nota oficial divulgada hoje, foi confirmado mais um caso de gripe suína em São Paulo.

Veja a texto completo:

“A Secretaria da Saúde de São Paulo identificou hoje, 21 de maio, o terceiro caso positivo para gripe tipo A, a gripe suína, no Estado.

O paciente é um homem de 39 anos, que esteve em Nova Iorque entre os dias 13 e 19 de maio e apresentou os primeiros sintomas no dia do desembarque no Brasil. Ele foi atendido ontem, quarta-feira, 20 de maio, no Hospital Israelita Albert Einstein, onde foi colhido o material para análise pelo Instituto Adolfo Lutz. O paciente está em isolamento domiciliar e passa bem.

O Estado de São Paulo teve outros dois casos confirmados da doença em abril. Ambos contraíram o vírus em viagens ao exterior.  O primeiro paciente, um homem de 24 anos, esteve na Cidade do México entre os dias 17 e 22 de abril e início de sintomas dois dias após sua chegada. O paciente ficou internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas por dez dias e evoluiu para a cura.

O segundo caso é de um homem de 48 anos, que esteve em Miami e Orlando entre os dias 19 e 29 de abril. Apresentou os primeiros sintomas em 29 de abril, tendo sido medicado e mantido sob isolamento domiciliar.  O paciente evoluiu para a cura.

A Secretaria da Saúde mantém hoje outros quatro pacientes sob suspeita e outros cinco em monitoramento. “
 
Secretaria de Estado da Saúde
Assessoria de Imprensa





Prazo para inscrição no Prêmio Jabuti termina dia 29

19 05 2009

 

Autores, editores, capistas, ilustradores, produtores gráficos, designers e tradutores têm até o dia 29 de maio para fazer inscrição na 51ª edição do Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro.
As obras devem ser inéditas e editadas no Brasil, entre 1.º de janeiro e 31 de dezembro de 2008.  A comprovação da data da publicação deverá constar do colofão (local onde o tipógrafo indica a data e o lugar da feitura da obra).

Segundo a CBL, as categorias e suas especificações são:

01. Tradução: Textos exclusivamente literários (contos, crônicas, romance, poesia), traduzidos para a língua portuguesa falada e escrita no Brasil.

02. Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes: Pesquisas, ensaios ou tratados sobre temas em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação, Cinema, Teatro, Artes Visuais, Artes Cênicas e Artes Plásticas.

03. Teoria/Crítica Literária: Obras de cunho conceitual que contenham substrato teórico fundamentado a respeito de língua e literatura. Incluem-se nessa categoria dicionários e gramáticas.

04. Projeto Gráfico: Concepções de projetos gráficos de livros avulsos ou pertencentes a coleções, produzidos originalmente no Brasil e que ressaltem o conceito gráfico da obra por intermédio do design e pela adequação dos materiais utilizados.

05. Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil: Ilustrações de obras destinadas a crianças, pré-adolescentes ou adolescentes.

06. Ciências Exatas, Tecnologia e Informática: Ensaios, tratados e textos acadêmicos que fundamentam ou descrevem conceitos a respeito dos temas em questão. Incluem-se nesta categoria obras de divulgação.

07. Educação, Psicologia e Psicanálise: Pesquisas, ensaios ou tratados sobre os temas em questão.

08. Reportagem: Textos, documentários ou analíticos, vistos sob a perspectiva jornalística.

09. Didático e Paradidático: Obras destinadas ao ensino de qualquer componente curricular e/ou área do conhecimento, publicadas em primeira edição, não sendo aceitas edições revistas ou atualizadas. São consideradas como:

a) didáticas: obras essencialmente pedagógicas;

b) paradidáticas: obras não-pedagógicas utilizada para esse fim.

10. Economia, Administração e Negócios: Tratados e textos acadêmicos que fundamentem ou descrevam conceitos a respeito dos temas em questão.

11. Direito: Tratados e textos acadêmicos que fundamentem ou descrevam conceitos a respeito do tema em questão.

12. Biografia: Textos, documentários ou analíticos, vistos sob a perspectiva biográfica.

13. Capa: Concepções e desenvolvimentos gráficos de capas ou sobrecapas de livros como elementos autônomos.

14. Poesia: Textos sintéticos com alto grau de poeticidade, caracterizando-se, fundamentalmente, por ritmo, sonoridade e outros recursos intrínsecos à criação literária que os diferenciem de textos em prosa.

15. Ciências Humanas: Pesquisas, ensaios ou tratados sobre a área em questão. Incluem-se nessa categoria temas relacionados a Sociologia, Antropologia, História, Filosofia, Política e Religião ou assuntos correlatos vistos sob a perspectiva das ciências humanas.

16. Ciências Naturais e Ciências da Saúde: Pesquisas, ensaios, tratados ou textos de divulgação científica sobre as áreas em questão. Incluem-se, nessa categoria, temas relacionados a Medicina, Enfermagem, Saneamento, Saúde Pública, terapias diversas e similares.

17. Contos e Crônicas: a) conto: narrativa curta, geralmente ficcional;

b) crônica: narrativa curta, baseada geralmente em assuntos do cotidiano ou de interesse geral, caracterizando-se pela transitoriedade dos temas abordados.

18. Infantil: Textos ficcionais ilustrados, que podem ou não mesclar elementos do “real”, destinados ao público infantil.

19. Juvenil: Textos ficcionais, que podem ou não mesclar elementos do “real”, destinados ao público adolescente.

20. Romance: Narrativas ficcionais, geralmente longas, que podem ou não mesclar elementos do “real”.

21. Tradução de obra literária Francês-Português: Textos exclusivamente literários (contos, crônicas, romances, poesias), traduzidos diretamente da língua francesa falada e escrita, na França, para a língua portuguesa falada e escrita no Brasil.





Leitura é a jogada do Wal-Mart para atrair consumidor corintiano

19 05 2009
 
Para aumentar a clientela da fiel torcida do Timão em suas lojas, o Wal-Mart está vendendo a preço promocional (R$ 2,90) o livro Corintiano, Graças a Deus, o qual traz crônicas de Dom Paulo Evaristo Arns, ex-arcebispo de São Paulo, sobre seu amor ao clube e seu fascínio pelo futebol.

Em uma das passagens da obra, o autor relata o episódio em que pediu ao Papa Paulo VI para que São Jorge (padroeiro do Corinthians) não tivesse seu título cassado em um reordenamento do calendário oficial da liturgia.

Para quem quer aproveitar, outra oferta é Eu voltei, que traz imagens de treinos, jogos e bastidores e sai por R$ 39,90. Esse livro fala de 2008, um ano que poderia ter sido esquecido pelos corintianos, uma vez que o time disputou a Série B do Campeonato Brasileiro, mas ficou conhecido como “o ano em que a Fiel não abandonou o Timão”.





Homenagem ao maestro

15 05 2009

musica_quinteto_vilallobosLer esse texto em voz alta vai dar a impressão de se ouvir eco. A sonoridade tem explicação mais musical do que gramatical. O Quinteto Villa-Lobos fará duas apresentações no shopping Villa-Lobos em homenagem a Heitor Villa-Lobos, um dos grandes maestros brasileiros (1887-1959).

O grupo executará obras como Melodia Sentimental (arranjo de Marcelo Bonfim), O Trenzinho do Caipira (arranjo de Jessé Sadoc Filho) e Lundu da Marquesa de Santos (arranjo de Paulo Sergio Santos).

Esse show integra a exposição Uma Vida em Sete Notas, a qual traz fatos marcantes da vida do maestro com painel e mais quatro telas de 21 polegadas, com fones de ouvido apresentando o tema de cada semana com depoimentos de pessoas ligadas ao Museu Villa-Lobos, como seu diretor-geral, o violonista Turíbio Santos, cuja consideração é “a obra de Heitor Villa-Lobos uma das mais ricas entre os nomes consagrados da música erudita mundial”.

Em duas telas de 46 polegadas é exibido um documentário inédito, exclusivo do Museu Villa-Lobos, com aproximadamente 10 minutos de duração. Um display sensível ao toque concentra imagens do compositor, em ordem cronológica.

Serviço:
Quinteto Villa-Lobos
16 de maio (sábado), às 16h e às 18h
Exposição: Uma Vida em Sete Notas
Até 7 de junho, das 10h às 22h
Shopping Villa-Lobos – Av. das Nações Unidas, 4777 – Pinheiros – São Paulo – SP
Entrada: Gratuita
Informações: [11] 3024-4100

Show de lançamento do CD Villa-Lobos, um clássico popular
17 de maio, às 19h
Auditório Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2 do Parque do Ibirapuera – SP
Ingressos esgotados
Informações: [11] 3629-1014 com Marina, e no [11] 3629-1075, com Sarah





Luz, Câmera, Cannes

14 05 2009
 
No escurinho do cinema ou à luz do dia na riviera francesa, a sétima arte está sob mais holofotes até o próximo dia 24, enquanto acontece o 62º Festival de Cannes, considerado o de maior importância do segmento. 
 
 
Conheça os filmes e seus diretores que concorrem na mostra competitiva:

A l’origine (Xavier Giannoli) 

Antichrist (Lars Von Trier)

BakJwi (Park Chan-wook)

Bright Star (Jane Campion)

Chun feng chen zui de ye wan/ Spring Fever (Ye Lou)

Das Weisse Band (Michael Haneke)  

Soudain Le Vide/ Enter the void (Gaspar Noe)

Fish Tank (Andrea Arnold)

Inglourious basterds (Quentin Tarantino)

Kinatay (Brillante Mendoza)

Lhes herbes folles (Alain Resnais)  

Looking for Eric (Ken Loach)

Los abraços rotos (Pedro Almodóvar)

Map of the sounds of Tokyo (Isabel Coixet)  

Taking Woodstock (Ang Lee)

The time that remain (Elia Suleiman)

Um prophète (Jacques Audiard)

Vengeance (Johnnie To)

Vincere (Marco Bellocchio)

Visage (Tsai Ming-liang)





Alternativa Saúde solta a voz e fala sobre os cuidados com a boca

13 05 2009
 
O programa Alternativa Saúde (GNT) de 20 de maio vai abordar alguns aspectos relacionados à boca.

Patricya Travassos conversa com a odontóloga Telma Rocha sobre a odontologia sistêmica, que é uma forma de ver a boca e o restante do corpo humano como um conjunto integrado. Dessa maneira, cada dente tem ligação com um sistema de órgãos e isso significa que os problemas dentários e os de outras partes do corpo podem estar relacionados.

A entrevistada analisa o aumento do número de pessoas usando aparelhos ortodônticos, a importância de se manter a arcada alinhada e comenta sobre o bruxismo – aquele hábito de apertar e ranger os dentes desenvolvido principalmente por pessoas estressadas.

Na outra ponta do programa, Cynthia Howlett entrevista a fonoaudióloga Leila Mendes e mostra como é possível ver a personalidade de alguém através da voz. As duas vão à rua para analisar o jeito de falar de algumas pessoas.

O quadro Você Sabia? traz o Barbatuques, conjunto musical que usa a boca para fazer percussão de diversas nos shows.

Alternativa Saúde

Com Patricya Travassos e Cynthia Howlett
20 de maio, às 21h30. Horários alternativos: quinta, às 5h30; sexta, às 13h30; sábados às 12h30 e 22h30 e domingos às 08h e 15h
GNT – Canal Globosat





Vem aí o podcasting do Webjornal

11 05 2009




Webjornal no Orkut

11 05 2009

Venha participar da comunidade do Webjornal no orkut.

orkut





Trabalho e sonho

1 05 2009
 
Primeiro de maio. Paradoxalmente, no Dia do Trabalho, quase ninguém precisa acordar cedo, cumprir horário, entregar os relatórios no prazo, aturar as broncas do chefe, enfim, realizar as tarefas de um dia ‘útil’. A maior parte das pessoas estará de folga.
 
Por que um dia de feriado é tão esperado? Porque precisamos fugir, mesmo que seja por algumas horas daquilo que nos aprisiona, que nos afasta de nós mesmos. Daquilo que fazemos por obrigação.
 
O trabalho deveria ser algo prazeroso, onde pudéssemos depositar nosso talento, vocação, ou qualquer outro nome que se pudesse atribuir a esse comportamento. O ideal seria esse momento servir para exercitar, por algumas horas do dia, aquela atividade a qual sabemos que ‘tem a nossa cara’, aquilo que responderia “o que você quer ser quando crescer?”. E mesmo com esse jeitão meio despretensioso, nosso trabalho ainda assim estaria colaborando para o aprimoramento da nossa família, do bairro, da cidade, do país, do continente, do planeta.
 
Para muitas pessoas, esse pequeno dia é muito esperado porque elas cumprem horário por necessidade, como já citei, por pura obrigação. Em meio à rotina trabalhista, há outra rotina: imaginar o que poderia ser da vida se não tivessem que ficar ali, fazendo aquela tarefa tediosa. Há como seria bom se pudessem colocar o sonho em prática, aquela vontade de ser justamente o que não se é ali.
 
Sonhar com outra realidade todo mundo sonha. Isso não é nenhuma descoberta minha. O que é raro é encontrar alguém disposto a, bem acordado, lutar pelo seu sonho. Não medir sacrifícios para tornar o seu desejo ao real.

 

Há pessoas que reclamam do trabalho e serão assim a vida toda. É mais fácil reclamar do que arregaçar as mangas e ir em busca do que ser quer. Dão as costas para as oportunidades. Lembrando que oportunidades não chegam com bilhete avisando: “eu sou a grande chance da sua vida’.

 

Por outro lado, felizmente, tem gente que reclama do trabalho, vai segurando as pontas como dá, e de uma maneira ou de outra, cultivando com carinho e dedicação o seu objeto de desejo, ou seja, ela mesma. Algo como: “Eu quero ser assim”.

 

Uma hora, sem sinos, nem duendes saltitantes, nada de sobrenatural, a vida dessa pessoa muda. Chega a chance dela ser quem sempre sonhou, fazendo o que sempre desejou.

 

Quando isso acontece, não acredito que tenha sido apenas sorte. Creio que seja resultado de dedicação, em várias direções e sentidos. É cuidar da terra, jogar as sementes, regar a plantinha até que se tenha uma árvore frondosa.

Trata-se de gostar de si e achar maneiras para ser feliz. Encontrar rotas e trilhas que possam proporcionar melhores momentos.

 

É obvio que no meio da jornada, o caminho possa ser tortuoso, com sinalização duvidosa, curvas perigosas e passagens proibidas.

 

Lamentavelmente, isso faz parte da vida do andarilho sonhador.

 

No entanto, o sonho é seu combustível e em frente ele vai.

Nesse 1.º de maio de 2009, longe de greve, lutas de classes, desconto de salário, licença-injustiça, espero que muitos consigam trabalhar o seu sonho, sonhar com um trabalho melhor e alcançá-lo.

Falando por experiência própria, digo que isso é possível.

Bons sonhos e ótimo trabalho [aquele, do bem, que te faz bem].

Para servir de inspiração na sua jornada, os exemplos do momento:

Paul Potts (sim, o tímido britânico, vendedor de celular, que cantou ópera no Britain’s Got Talent e arrancou elogios até do Simon – aquele da Sony, que adora fazer seus comentários maldosos para quem cantarola mal) [Onde tudo começou]   [Onde tudo foi parar]

Susan Boyle (a simpática senhora escocesa que passou por situação semelhante a de Paul, cantando “I dreamed a dream”, eu sonhei um sonho.) [Onde tudo começou]

Bom feriado!!!

 

 

 

 





Peões do asfalto invadem Barretos

30 04 2009

evento_motoryicles Por Mercedes Cumaru

 

O Parque do Peão de Barretos, acostumado com a circulação de cowboys e apaixonados pela vida sertaneja, terá um público diferente nos próximos dias.

 

Saem os cavalos e entram as motocicletas. Pelo menos, esse será o cenário entre 30 de abril e 03 de maio, durante a VII Barretos Motorcycles.

 

O local receberá motociclistas, motoclubes e fãs do mundo das motos vindos de todas as parte do país.

 

Os Independentes, organizador do evento, espera receber 85 mil pessoas nos quatro dias de evento. Já estão confirmadas as presenças de mais de 240 motoclubes brasileiros.

 

“O grande diferencial do encontro em Barretos é exatamente toda a infraestrutura que este público desfruta dentro do Parque do Peão”, explica o diretor de Planejamento de Os Independentes, Marcos Murta.

 

O que vai acelerar por lá

 

A programação está repleta de atividades com o Campeonato Regional de Motocross; concurso de motos; shows de acrobacias com Joaninha, Cachorrão, Tubarão Chev, Cacinelli, Neno Cobras, Alto Giro e Phyra.

 

Na parte musical, acontecerão as apresentações de Fresno, Edinho Santa Cruz e Olysson 4 (dia 1) e Titãs (dia 2). E a tradicional música sertaneja de raiz também marcará presença.

 

Informações no site oficial do evento www.independentes.com.br ou [17] 3321-0000.





Turismetrô terá roteiro especial na Virada Cultural

30 04 2009

 

turismo_turismetro2 Por Mercedes Cumaru

 

Quer conhecer um pouco mais sobre São Paulo? Embarque no Turismetrô, que terá um percurso especialmente traçado para a Virada Cultural 2009, no próximo sábado, 2 de maio.

 

Utilizando o metrô como meio de transporte, esse programa de passeios da SPturis passará por algumas atrações do evento, com um guia especializado narrando parte da história da cidade. Somente nesta data, o roteiro terá saídas em três horários: às 18h, às 20h e às 22h.

 

É necessário adquirir um bilhete, no valor R$ 2,55, no balcão do Turismetrô, na Estação Sé, local de embarque para os passeios. Máximo de 2 grupos de 25 participantes cada, por horário de saída.


Trajeto do Turismetrô na Virada Cultural 2009:


Estação Sé rumo a Estação São Bento de Metrô

Parada no Largo de São Bento

Caminhada pela rua São Bento até a Praça Antonio Prado

Seguir pela rua São Bento

Largo do Café

Até a Praça do Patriarca

Sair na rua Anchieta

Pátio do Colégio

Retorno para a Estação Sé


Programação desses locais:


Praça do Patriarca – Sirenes ecoam pelo concreto das esquinas, viadutos e calçadões do centro velho, anunciando a abertura da Virada. Depois, pequenos concertos despertarão os passantes durante toda a festa. www.mecanique-vivante.com
dia 2 às 22h20 – Le Chant des Sirènes – Mécanique Vivante


Largo São Bento – No saudoso ponto de encontro das equipes de break e do old school, uma pista apresentada pelo MC Thaíde dedicada a celebrar a eterna ligação do movimento com a São Bento.

18h – Angel Keys

19h – Grand Master Ney

21h – Celcinho Double C

23h – Marks

01h – Renatinho


Rua Anchieta – DJs residentes das mais representativas casas noturnas.
18h – Waltinho Abud (Berlin) com Jazz Nights

19h50 – Daniel Ganjaman (Studio SP)

21h40 – Valter Nu (Grazio a Dio)

23h30 – Flavio Forgotten e Lady Rocker (Inferno)

01h20 – Tati e Valentim (Outs) 





Irmãos Ozzetti e Ivan Vilela cantam As Estações

31 03 2009

musica_dan_na_ivanPor Mercedes Cumaru

 

Depois de projeto bem sucedido no ano passado, o espetáculo As Estações volta aos palcos reunindo Ná Ozzetti (voz), Ivan Vilela (viola caipira) e Dante Ozzetti (violão e voz) no Sesc Pompeia, em São Paulo.

 

Mostrando novos arranjos para peças eruditas e populares da música brasileira, o show inclui clássicos de Villa-Lobos, Pixinguinha, Braguinha e Tom Jobim e canções da produção musical dos artistas.

 

 

Retrovisor:

 

musica_naozzettiA paulista Ná Ozzetti começou a carreira profissional em 1979, como integrante do Grupo Rumo, com o qual gravou cinco discos e um DVD. Na década de 1980, partiu para a carreira solo recebendo diversas premiações entre elas o Prêmio Sharp de Música, de Cantora Revelação (1989) e de Melhor Disco (1995), e foi a melhor intérprete no Festival da Música Brasileira (2000).

 

musica_ivanvilelaVindo das Minas Gerais, o violeiro e compositor Ivan Vilela coleciona apresentações pelo Brasil e pelo exterior. Atualmente, é diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas, idealizador da ONG Núcleo da Cultura Caipira, professor da USP (Universidade de São Paulo) e consultor musical do Museu da Pessoa, no projeto de criação do portal sobre o Clube da Esquina.

 

musica_danteozzettiDante Ozzetti é compositor, arranjador e violonista. Em parceria com a irmã Ná Ozzetti recebeu o Prêmio Sharp de Música na categoria Melhor Arranjador, pelo disco Ná (1995) e o Prêmio Visa de Música – Edição Compositores (2000). Em 2001 lançou o álbum Ultrapássaro. Trabalhou com a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Dirigiu o espetáculo musical Elis e Tom. Com a cantora Ceumar, lançou o álbum &ldq uo;Achou!”, com composições em parceria com Luiz Tatit, Chico César, Zeca Balero, Zélia Duncan, Alzira Espíndola e Kleber Albuquerque.

 

Serviço:

Ná Ozzetti, Dante Ozzetti e Ivan Vilela

3 de abril, às 21 horas

Sesc Pompeia - Rua Clélia, 93 – Lapa – SP

Ingressos: de R$ 4,00 a R$ 16,00 (bilheteria de terça a sábado, das 9 às 21h e aos domingos, das 9 às 20h).

Classificação: 10 anos

Duração: 90 minutos

Informações: [11] 3871-7700





Aprendiz de coelho da Páscoa

30 03 2009

Por Mercedes Cumaru

 

Para os seus pequenos freqüentadores, o Shopping Frei Caneca preparou uma série de atividades grátis na Oficina de Páscoa, nos finais de semana entre 4 e 12 de abril.

 

Com atividades que duram em média 20 minutos, as crianças participarão de jogos de raciocínio, brincadeiras interativas, pinturas faciais, montagem de orelhas de coelho, oficinas de pintura em ovos de plástico

 

Para Simone Castelli, gerente de marketing do Shopping Frei Caneca, as crianças poderão conhecer o verdadeiro significado da Páscoa brincando. “Sempre procuramos inovar em nossas atrações comemorativas, principalmente pensando nas famílias que freqüentam o Frei Caneca. Esse ano não será diferente. Teremos uma mistura lúdica de aprendizado com diversão”.

 

Serviço

Oficina de Páscoa

04 e 11 de abril (sábados): das 12 às 20h

05 e 12 de abril (domingos) e 10 de abril (sexta-feira Santa), das 14 às 20h

Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César – São Paulo – SP

grátis